A BASÍLICA

Concluída em 1767, a Basílica Nossa Senhora do Carmo do Recife apresenta características arquitetônicas que apontam para a fase de transição do barroco em que as igrejas de capelas laterais foram substituídas pelas de nave única, ladeada por corredores.

É um templo ricamente ornamentado, com ampla capela mor e capelas laterais que definem o transepto, como também os altares laterais que ladeiam a nave, tem seus retábulos constituídos por talha em madeira policromada e dourada, da inspiração rocaille.

Apresenta duas capelas laterais profundas, que vão desde os arcos concêntricos e colunas salomônicas dos séculos XVII e XIX, mostrando claramente a influência do barroco rococó.

Tanto a Basílica quanto ao Convento são de propriedade da Província Carmelitana Pernambucana, e é inegável a importância deste conjunto arquitetônico para a história da arte e da cultura pernambucana. Ambos, Basílica (séc. XVII) e Convento (séc. XVIII), foram tombados como Patrimônio Nacional e inscritos no livro de História (inscrição nº 107, fls 19) e no livro de Belas Artes (inscrição nº 218, fls 38) na data de 05 de outubro de 1938, através do processo nº 146-T.

Na dimensão religiosa, a Basílica do Carmo ocupa lugar de destaque na história do catolicismo pernambucano, sobretudo pela presença de insígnias carmelitas e, principalmente, por ser a igreja que presta honra à venerável Padroeira da cidade do Recife e de todo o estado de Pernambuco, abrigando sua trissecular imagem.

A Basílica é uma das maiores igrejas barrocas do Recife, atualmente com intensa atividade religiosa e fluxo contínuo de fieis. O ponto culminante de toda a atividade é, sem dúvida, a Festa da Padroeira, que ocorre há mais de 300 anos no mês de julho.

É composta, no seu interior, por 12 altares e pavimento de mosaico, os degraus dos altares e das portas são de pedra e mármore, cujo melhoramento ocorreu em 1914. Possui uma área de 35 metros de extensão por 15 metros de largura, sem contar com suas dependências e a Capela Mor. Além da Capela principal, há outras duas destinadas ao Santíssimo Sacramento e a São José. Na nave central há duas grades laterais de madeira de jacarandá, na parte da entrada existem duas colunas que sustentam o coro alto e nelas encontram-se duas pias de mármore para água benta. Pelas paredes existe uma séria de quadras da Via Sacra. Na abóbada da nave central figuram cinco paineis pintadosa óleo madeira, representando alguns dos principais fatos da vida de Santo Elias, inspirador da Ordem Carmelitana. No corpo da igreja, também se encontram dois púlpitos de madeira talhada, pintados e dourados.

 

O COMPLEXO CARMELITA - BASÍLICA E CONVENTO

As obras de construção do Convento do Carmo tiveram início no ano de 1603, no antigo palácio do Conde Maurício de Nassau, conhecido como o Palácio da Boa Vista.

A inauguração do Convento ocorreu em 1683 e, a partir deste ano, os Frades Carmelitas começaram a residir no local, tendo como prior o Frei Manoel das Mercês, O.Carm.

Devido a Revolução Pernambucana de 1817, os Frades foram obrigados a abandonar o Convento, que foi transformado em quartel e hospital militar. O Convento foi restituído aos Frades em 1846.

CAPELA MOR, IMAGEM E TRONO DE NOSSA SENHORA DO CARMO

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CAPELA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

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CAPELA DE SÃO JOSÉ DA AGONIA

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ALTAR DA SAGRADA FAMÍLIA

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ALTAR DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

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ALTAR DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

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ALTAR DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

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ALTAR DE NOSSA SENHORA DA LUZ

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ALTAR DE SANTO ALBERTO DE SICILIA

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PEQUENO ALTAR DE NOSSA SENHORA DO CARMO

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CORO ALTO

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TORRE

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SACRISTIA

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PORTARIA DO CONVENTO

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CONVENTO

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TORREÃO

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